quinta-feira, 30 de dezembro de 2010

Chega de Saudade

Outro dia eu estava folheando o real book e encontrei essa música do Tom Jobim e  comecei a brincar com ela no xilofone e o resultado está aí, acabei montando um arranjo pra ser tocado com clarineta e xilofone. se quiser colocar um pandeiro ou tamborim pra acompanhar também pode. 



domingo, 19 de dezembro de 2010

Melhorando a técnica

O movimento é parte importante para deixar o toque definido, devemos prestar bastante atenção nessa parte da aula.
Primeiramente devemos deixar os ombros e os braços bem relaxados, fazendo com que as baquetas se encaixem naturalmente nas mãos.
Existem três posições básicas: Alta, Média e Baixa. veja as figuras abaixo.




Dentro dessas três posições existem quatro tipos de toques:

  • Cheio (full): parte da posição alta, toca o tambor e retorna para a posição alta;
  • Toque para baixo (down stroke): parte da posição alta, toca o tambor e permanece na posição baixa;
  • Toque para cima (up stroke): parte da posição baixa, toca o tambor e vai para a posição alta;
  • Estalo (tap): parte da posição baixa, toca o tambor e retorna para a posição baixa.


Esses toques são usados a todo o momento enquanto tocamos bateria, eles vão ajudar a executar rudimentos, frases, notas fantasmas, toques rápidos e muitas outras coisas.




Dueto para duas caixas?

Isso mesmo, dueto para duas caixas! poderia ser dueto para uma caixa e um xilofone ou dueto para tímpano e clarineta. mas não, é dueto para duas caixas. quem me fez essa pergunta foi um grande amigo na época em dava aula numa escola. ai está esse dueto que escrevi há dois anos atrás. É um dueto simples, não tem apojaturas ou quiálteras, no máximo uma ligadura e bastante célula da terceira série do pozzoli. recomendo toca-la com uma caixa com esteira e a outra sem esteira ambas com baqueta de caixa.

sexta-feira, 10 de dezembro de 2010

The typewriter

Dias atrás lembrei duma música que toquei com a orquestra de Mogi das Cruzes há alguns anos, é um classico do compositor Leroy Anderson e se chama The Tipewriter. A versão que você vai assistir aqui é com o solista Jacques Simard acompanhado da orquestra Baie-Comeau. Pena que não gravaram quando eu toquei, senão eu colocava é claro.

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Porém, eu achei essa versão com o comediante Jerry Lewis que é de matar a pau de tanto rir.


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Demais, não é?!

sexta-feira, 3 de dezembro de 2010

Aprendendo como segurar a baqueta


Usamos uma técnica chamada pinça onde a baqueta se posiciona entre a primeira articulação (parte da impressão digital) do dedo polegar e o segundo artelho dedo indicador. Os outros três dedos vão apenas cobrir a baqueta e servir de “mola” para executarmos alguns tipos de toque. A baqueta deve fazer parte do corpo, então segure-a sem fazer força, e jamais mude a posição do corpo, ou seja, jamais “entorte” os membros para tocar bateria.

Existem basicamente duas técnicas usadas para segurar as baquetas:


Tradicional Grip
Matched Grip


Há duas variações da técnica matched grip, o que vai diferenciar uma da outra é a posição da baqueta na mão, numa a baqueta vai ficar no primeiro artelho do dedo indicador e na outra a baqueta vai ficar no segundo artelho do dedo indicador.


A técnica tradicional, ou traditional como alguns chamam, era usada numa época em que a caixa ficava apoiada no corpo do executante por uma correia chamada talabarte, dessa forma o tambor ficava numa posição ergonômica para que pudesse ser tocada. Nessa técnica uma das mãos vai segurar a baqueta entre a junção dos dedos polegar e indicador, ficando levemente apoiada no segundo artelho do dedo anular e com a palma da mão voltada para cima.