sexta-feira, 10 de dezembro de 2010

The typewriter

Dias atrás lembrei duma música que toquei com a orquestra de Mogi das Cruzes há alguns anos, é um classico do compositor Leroy Anderson e se chama The Tipewriter. A versão que você vai assistir aqui é com o solista Jacques Simard acompanhado da orquestra Baie-Comeau. Pena que não gravaram quando eu toquei, senão eu colocava é claro.


Porém, eu achei essa versão com o comediante Jerry Lewis que é de matar a pau de tanto rir.




Demais, não é?!

sexta-feira, 3 de dezembro de 2010

Aprendendo como segurar a baqueta


Usamos uma técnica chamada pinça onde a baqueta se posiciona entre a primeira articulação (parte da impressão digital) do dedo polegar e o segundo artelho dedo indicador. Os outros três dedos vão apenas cobrir a baqueta e servir de “mola” para executarmos alguns tipos de toque. A baqueta deve fazer parte do corpo, então segure-a sem fazer força, e jamais mude a posição do corpo, ou seja, jamais “entorte” os membros para tocar bateria.

Existem basicamente duas técnicas usadas para segurar as baquetas:


Tradicional Grip
Matched Grip


Há duas variações da técnica matched grip, o que vai diferenciar uma da outra é a posição da baqueta na mão, numa a baqueta vai ficar no primeiro artelho do dedo indicador e na outra a baqueta vai ficar no segundo artelho do dedo indicador.


A técnica tradicional, ou traditional como alguns chamam, era usada numa época em que a caixa ficava apoiada no corpo do executante por uma correia chamada talabarte, dessa forma o tambor ficava numa posição ergonômica para que pudesse ser tocada. Nessa técnica uma das mãos vai segurar a baqueta entre a junção dos dedos polegar e indicador, ficando levemente apoiada no segundo artelho do dedo anular e com a palma da mão voltada para cima.

segunda-feira, 22 de novembro de 2010

Drum & Drummer

Para quem gosta de bateria e afins, deem uma olhada nesse blog, tem várias matérias interessantes e fotos de kits bem legais.

http://medisinmusicforthemasses.wordpress.com/about/

The old guard fife and drum corps

Achei interessante e bonito o trabalho desse grupo. Andei estudando a parte história dos rudimentos pra um workshop que ia dar, e vi que antigamente era comum as bandas tocarem mais ou menos com essa formação (antigamente era apenas caixa e flauta, que eles chamam de fifes). Veja a coreografia, ficou ótima.

terça-feira, 2 de novembro de 2010

Crazy Army

Vejam esse vídeo do percussionista Marck Beecher tocando a cadencia Crazy Army.


Spellbound

A partitura abaixo é um play along composto pelo baterista Daniel Glass e ela se chama Spellbound, é um blues tocado doze por oito bem lento. Fiz uma adaptação, a música original tem a bateria um pouco diferente dessa que você está vendo, porém ficou bem interessante essa modificação. vale a pena toca-la.

ouça o áudio.